|
Sinopse:Sempre cismado com a indicação pejorativa de “autoajuda” – por vários críticos – imposta a diversos livros, colocando todos no mesmo balaio, Silvio T. Corrêa ao escrever Quem Comeu Minha Goiabada procurou fugir desse rótulo, apresentando uma história no micromundo do Labirinto e procurando tirar, daí, algumas observações, sem contudo dar a falsa ilusão de soluções fáceis e rápidas.Utilizando a Goiabada como metáfora, o autor, através de uma linguagem dialogada, fácil e bem-humorada, aborda, de maneira séria, princípios como Humildade, Humanidade, Honestidade e Humor.Dados Técnicos: Autor: Silvio T. Correa Ano: 2009 Edição: 1ª ISBN: 978-85-7842-111-3 Páginas: 80
Clique Aqui Para comprar livro,excelente leitura.

Claro que igual a todos, eu também tenho uma história. E vou contar pra você.
Em junho de 1955, no Estado da Guanabara, eu nasci. Filho do meio de Seu Chico e Dona Betinha. Um bebê tão bonito, que eu olho e não acredito que sou eu. – Com certeza aconteceu uma profunda modificação em algum ponto da minha vida.
Nunca fui estudioso e, muito menos, um leitor assíduo. Lia os livros que a professora mandava. A leitura tornou-se um prazer a partir dos 17 ou 18 anos, sem um motivo especial.
Ainda molequinho, pirralho mesmo, eu já desenhava. Tanto que a minha primeira escolha de resposta para “o que eu quero ser quando crescer”, lá pelos 13 anos, foi: desenhista ou arquiteto. Mantive isso por muito tempo. Contudo, sempre fui um curioso voraz e me intrometia em qualquer assunto.
Muitos já fizeram, eu sei, mas já dissequei uma rã e já fiz perfume com infusão de flores. Tudo numa mesma época.
Em outro tempo, lá pelos 17, fabriquei, com amigos, uma máquina de fliperama que até chegou a funcionar. Era elétrica e mecânica.
Lá pelos 11 anos comecei a tocar violão. Nunca fui uma sumidade, mas junto com Ronaldo – irmão de coração – animava o pessoal. Às vezes, passávamos um final de semana gravando e compondo canções. Chegamos a sonhar com a gravação de um LP[i]. ROTA seria o nome.
O som ocupou uma boa época da minha juventude. Desmontei e montei muita coisa pra saber como funcionava. Acho que foi aí que me liguei na eletrônica. Se bem que já no curso ginasial – acho que em 1968 –, eu montei um rádio à base de diodo galena, para feira de ciências.
Acontece que felizmente ou infelizmente – nunca saberei –, para o Silvio profissional, resolvi fazer engenharia eletrônica e terminei em julho de 1982. Decididamente, aprendi muito durante o curso mas foi só. Certamente o aprendizado refletiu na minha vida profissional, mas não passou disso. Reflexos!
Minha vida sempre foi pautada por ideias. Em conjunto, foi povoada por gente que era contra essas ideias. O maior problema é que sempre me deixei levar. Acho que esse eu apontaria como meu primeiro e maior erro.
Depois de passar pela engenharia, fiz análise de sistemas e atuei durante muito tempo na análise, projeto e desenvolvimento de sistemas. Na época da Cobra Computadores, até desenvolvi sistemas de testes para a linha de produção. A última vez como analista, profissionalmente, foi em 1996.
Quando vim para São Paulo – cidade de Avaré –, o desejo era tentar novos rumos e ainda que eu já escrevesse e publicasse, não era intenção me desenvolver na escrita. Às vésperas de sair do Rio tive um forte contato – 1 ano – com a Qualidade Total. Fiquei apaixonado.
Mas não sou de ficar quieto e meu irmão mais novo, médico, estava iniciando, em Manduri/SP, um empreendimento em plasticultura. Era uma estufa pequena, de mil metros quadrados, com plantio inicial de pepino japonês. Depois plantamos tomate caqui. Foi uma boa experiência. Entre investimento e retorno, ficamos no empate.
Fui professor da Faculdade de Administração de Avaré e cheguei a ter alguns artigos publicados no jornal local.
Em 1997, implantando um projeto de conscientização para a Qualidade Total, que iniciou em 1996 na Universidade do Sagrado Coração, em Bauru/SP, atuei muito em gestão de pessoas. Naquela época não tinha a valorização que tem hoje. Foi também nesse projeto, que acabei por retomar, em definitivo, duas atividades: escrever e ministrar treinamentos.
Depois, aconteceram projetos grandes de treinamento como o Circuito Gestão, em todo Estado de São Paulo, que durou três anos. Palestras, para grupos pequenos, também se tornou um foco de atuação.
Empreendimentos na área de alimentos, com a marca doBarão, como o sanduíche (não deu retorno), as diversas pérolas – queijo chancliche com sabores variados – e, mais recentemente a caixa gourmet, estão em processo de “espera” de uma cozinha.
Os textos continuam saindo. Escritos, publicados e lidos por algumas pessoas. O livro “Quem comeu minha goiabada?”, está perto de 100.000 downloads, mas pode ter novidades à frente.
Espero que não tenha sido muito chato ler, um pouco, sobre mim.
Um beijo no coração e na alma.
Silvio T Corrêa
http://silvio.correa.nom.br/home/categoria/visao-geral/
|