Transplante de órgãos: uma realidade muito presente

 em Deficiência e Amputação

História do Transplante de órgãos

Vamos conhecer um pouco da história de transplante de órgãos? Isso só foi possível no século XX. Em milhares de anos de vida do homem no planeta Terra muita coisa aconteceu no século XX. Antes as pessoas ficavam doentes e um órgão entrava em falência e nada podia se fazer. Com o avanço de exames, de estudos, do método científico e das técnicas o primeiro transplante do mundo foi realizado em 1933. Foi um cirurgião ucraniano que fez um transplante de órgãos, foi um rim. Demorou um pouco para acontecer o primeiro transplante de figado, 1963. Quatro anos depois, em 1967 o primeiro coração é retirado do peito de um homem e trocado por outro. No Brasil, o primeiro transplante foi realizado em 1968.

Transplante de órgãos precisa de doadores

Um órgão entra em falência num corpo humano e precisa ser substituído. Diferente da peça de um carro não temos prateleiras para pegar outra peça igual. Somente um outro corpo humano possui essa “peça”, esse órgão. Entra em cena os doadores. Aqui começa uma outra jornada. Pois esse doador pode ser alguém que está vivo ou que já morreu. Quem está vivo precisa ser compatível para fazer a doação e basta sua autorização para isso acontecer. Mas, quando alguém está morto não depende mais dele. É a família que precisa autorizar. Num momento tão difícil como esse entra em cena profissionais que farão o seu melhor para convencer a família de que a doação é segura e necessária. Muita necessária para salvar alguém que está na fila de transplante de órgãos aguardando um presente: a doação de um órgão para salvar sua própria vida.

Preconceito? Medo? Religião?

Acontecem muitos sentimentos no momento de fazer essa escolha. Muitos familiares (pai, mãe, marido, esposa, filhos) ficam inseguros e com muitos incertezas sobre a doação. Mas, será que realmente precisamos ter medo? Na minha opinião eu acredito que não. A não ser que as questões religiosas falem muito alto, aí é outra história. Do ponto de vista da partida, da ida do ente querido, o corpo é composto por células que vão se deteriorar e muitos de nós acreditamos no espírito, na alma. Esse corpo não vai mais existir e porque não podemos doar partes dele para alguém que precisa muito?

Vida e mais vida

É uma grande chance de termos a continuidade dessas células no corpo de outra pessoa. Para mim não há nada mais sublime do que salvar a vida de alguém (talvez um desconhecido) na fila de espera, através de órgãos de um membro da nossa família. Toda partida é uma dolorosa e temida. No momento da despedida nosso coração é invadido por muita tristeza. Porém, por meio da doação de órgãos esse momento vai ser substituído por muita alegria. Muitos receptores de órgãos se encontram com os doadores (familiares) e é só festa. Muita alegria e choro. Mas, choro de alegria.

Transplante de órgãos tem muita rejeição?

Um dos dilemas em torno do transplante de órgãos é a tão temida rejeição. Observe que o caminho foi longo até chegar na substituição do órgão doente. Porém, uma nova trilha precisa ser percorrida. A rejeição do órgão. Da mesma forma que a ciência avançou nos transplantes também avançou na medicação. Novos medicamentos imunossupressores foram desenvolvidos para garantir que as novas células que entraram no corpo físico fossem aceitas. Dessa forma, muitos medicamentos passarão a acompanhar a vida de uma transplantado. Atualmente, é isso ou nada. Nosso amigo Alexandre Barroso que fez 3 transplantes sabe muito bem de tudo isso que mencionei. Depois de ver sua vida de cabeça para baixo e com os pés na “cova”, como dizem (você vai rir dessa hem Alexandre), após contrair o vírus da hepatite C, Alexandre presenciou tudo isso que mencionei antes. O despertador toca várias vezes ao dia e la se vão

Acredite. Você doador de órgãos fez a diferença na vida de cada receptor e faz a diferença na vida de todos os seres humanos.

Aceitar a doação é muito mais do quer ser corajoso, é promover um milagre. O milagre da ressureição é ofertar vida e esperança a quem precisa. Às vezes até para um desconhecido… Cada um de vocês doadores são heróis. Meus heróis. Heróis de todos nós” (BARROSO, 2018. p. 177 e 178). Essas são palavras de Alexandre Barroso nosso grande propagador de saúde, propagador dos transplantes de órgãos no Brasil.

O transplante de órgãos na vida de Alexandre Barroso

Você está preparado para uma notícia “bombástica” em sua vida? Que notícia é essa que vai lhe tirar do trabalho, da família, dos amigos e vai mudar o rumo da sua história? O que foi que aconteceu com o empresário, publicitário e bem-sucedido Alexandre Barroso, de 49 anos de idade? Em sua palestra Alexandre Barroso vai levar você para dentro de sua história. Uma história que se inicia com a notícia em 2008: “Você só tem 7 dias de vida. Deixe seu trabalho, família, amigos, tudo e prepare-se para morrer. Seu fígado está morto. Você contraiu o vírus da Hepatite C há mais de 20 anos e esse vírus consumiu seu fígado”.

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Lançamento do livro de Alexandre Barroso

A luta pela vida

Quando o médico revelou isso, Alexandre Barroso iniciou uma jornada rumo ao desconhecido e passou a lutar para manter-se vivo a cada 7 dias. E pelos próximos 6 anos ele compreendeu o valor da vida e de cada parte de seu corpo, pois fígado e rim haviam sido afetados. Esse homem vivenciou momentos de coma, três transplantes (fígado e rim), hemodiálise, pesou 35 quilos, fechou sua empresa, perdeu sua família e poderia querer desistir diante dos dias de solidão no hospital.

Um blog para salvar vidas

Mas, não perdeu a fé, a esperança e o bom humor. Criou um blog que se tornou referência nacional para orientar pessoas em situações de transplantes e refletir sobre o vírus da Hepatite C. Foi assim que sobreviveu, superou tudo e ganhou uma nova vida e uma nova esposa, a Marcela Ananda.
É Marcela que todos os dias acompanha os 12 comprimidos que Alexandre precisa tomar diariamente para não ter rejeição e viaja o Brasil, acompanhando Alexandre. Marcela também foi diagnosticada com hepatite C e está curada após tratamento viabilizado por Alexandre.

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Alexandre Barroso com amigos e com Ogle Beatriz Bacchi, coordenadora regional da Organização de Procura de Órgãos (OPO), ligada à Central Estadual de Transplantes do Paraná.

Essa é uma palestra que nos mostra:

1)- a importância de conhecermos sobre o vírus da Hepatice C (são mais 3 milhões de infectados no Brasil que desconhecem a infecção em si mesmos);
2)- de sabermos que a interdependência orgânica é algo muito importante em nosso corpo e também em nossa empresa (um orgão doente afeta todo o sistema e assim também é com um departamento ou setor);
3)- de adotarmos uma saúde preventiva conosco e na empresa para vivermos plenamente o dia de hoje;
4)- de acreditar que a nossa crença faz toda diferença diante das adversidades da vida.

Um livro com muitas histórias para contar

No livro A Última vez que Morri, Alexandre Barroso narra sua trajetória de luta pela vida. Seus dramas ao receber a notícia de que seus órgãos haviam falido e que precisava do transplante. Como esperar um doador? Quem poderia doar? Receberia uma doação a tempo? Tudo isso está em seu livro, lançado em 2018. Quer adquirir? Envie um email para Alexandre abbarroso@hotmail.com ou peça pelo WhatsApp

11 99765-2517.

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Livro A Ultima vez que Morri. Transplante de órgãos, doação e tudo mais

No vídeo abaixo Alexandre Barroso nos contou com foi receber a notícia que teria 7 dias de vida e como enfrentou 3 transplantes. É SENSACIONAL!!!!

 

Saiba mais sobre o Programa “Asas do Bem”. Transporte aéreo gratuito de cerca de 7 mil itens para transplante (órgãos, tecidos e equipes médicas). Saiba mais AQUI.

Estado do Paraná recebeu muitas doações de órgãos em 2017. Veja aqui

Contrate Alexandre Barroso para fazer palestra de Motivação e Saúde em sua empresa. Conheça sua história

 

 

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